Vó Maria nasceu em Minas Gerais em 1942, em uma pequena cidade cercada por montanhas e cheiro de café fresco. Desde menina, ela encantava todos com seus quitutes feitos no fogão à lenha, onde o calor não vinha só do fogo, mas também do carinho que colocava em cada receita. Com mãos habilidosas e coração generoso, ela transformava ingredientes simples — como fubá, leite e ovos — em verdadeiras obras de afeto que reuniam vizinhos, parentes e viajantes em volta da mesa. Aos domingos, a casa se enchia de risadas e histórias, enquanto o bolo de milho assava lentamente e o cheiro de pão de queijo invadia a rua. Vó Maria não apenas cozinhava — ela criava momentos. Cada receita era acompanhada de uma história, um conselho ou uma gargalhada. E mesmo sem escrever nada em papel, seus ensinamentos ficaram gravados na memória de todos que provaram seus pratos. Com o tempo, suas receitas foram passadas de geração em geração, adaptadas com carinho, mas sempre preservando o sabor da infância e da tradição. Hoje, elas fazem parte da nossa história — não apenas como pratos deliciosos, mas como lembranças vivas de uma mulher que cozinhava com alma e deixava amor em cada colherada.
Feito para o aniversário do irmão mais novo, virou tradição nas festas da família.
Receita criada para os almoços de domingo, com toque mineiro e muito afeto.
Servido em todas as comemorações, ficou conhecido como “o pudim que derrete na boca”.